1. Lembre-se, que Deus está interessado na jornada, e não somente no destino.
É um erro enxergar o processo de decidir o como, quando, e com quem nós começamos um relacionamento como algo que temos 'que atravessar' para podermos chegar à corte e ao casamento.
Deus não está com pressa. Seu interesse em tudo não está limitado à nos casar - Ele quer usar o processo, e todas as nossas perguntas e incertezas que envolvem esse processo, para nos refinar, nos santificar e aumentar nossa fé.
2. Não espiritualize demais a tomada de decisão.
O Espírito Santo guia nossas decisões de dentro de nós quando as tomamos com a intenção de agradar a Deus. O erro seria pensar que Ele fala apenas dentro de nós, quando na verdade também nos fala através das Escrituras, da igreja, de amigos cristãos, de livros...
Apesar de Deus falar com os cristãos principalmente pela Sua Palavra, Ele confirma e nos guia de muitas formas diferentes. Mas devemos evitar espiritualizar demais os passos que Ele espera que tomemos para tomar decisões.
Deus sabe de todas as coisas. Ele sabe com quem vamos nos casar antes mesmo de conhecermos a pessoa. Mas isso não significa que nossa tarefa é descobrir o que Ele já sabe ou nos preocupar que possamos estar perdendo seu plano perfeito. Nossa responsabilidade é amá-Lo, estudar Sua Palavra, aprofundar nosso relacionamento com Ele e aprender a avaliar nossas escolhas à luz da sabedoria bíblica. Se estamos fazendo estas coisas, podemos tomar nossas decisões com a certeza de que não estamos nos afastando da vontade de Deus.
Nós iremos falhar e cometer erros algumas vezes, mas a possibilidade de fracasso nunca deve nos paralisar.
3. Nosso ideal romantizado do que queremos num cônjuge geralmente é diferente do que Deus diz que importa.
Devemos examinar muito cuidadosamente nossos critérios de busca por um cônjuge para vermos se estão alinhados com Deus. A primeira coisa não-negociável é de que cônjuge em potencial seja cristão. Mas isso não é tudo o que importa. A virtude e o caráter são o que mais importa.
Aqueles que escolhem um cônjuge baseados em preocupações externas e mutáveis sempre experimentam a dor.
Nós precisamos ter certeza de não deixarmos nossas emoções romantizadas e tolas nos levarem a casar com uma pessoa que não possui um caráter santo...
Nós iremos falhar e cometer erros algumas vezes, mas a possibilidade de fracasso nunca deve nos paralisar.
3. Nosso ideal romantizado do que queremos num cônjuge geralmente é diferente do que Deus diz que importa.
Devemos examinar muito cuidadosamente nossos critérios de busca por um cônjuge para vermos se estão alinhados com Deus. A primeira coisa não-negociável é de que cônjuge em potencial seja cristão. Mas isso não é tudo o que importa. A virtude e o caráter são o que mais importa.
Aqueles que escolhem um cônjuge baseados em preocupações externas e mutáveis sempre experimentam a dor.
Nós precisamos ter certeza de não deixarmos nossas emoções romantizadas e tolas nos levarem a casar com uma pessoa que não possui um caráter santo...
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